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CMTU divulga Placar do Trânsito referente aos primeiros quatro meses do ano

Levantamento revela diminuição no número de acidentes e de vítimas não fatais, mas aumento no índice de mortes

  • Escrito por Assessoria de Imprensa - CMTU

O número total de acidentes e de vítimas não fatais no trânsito em Londrina registrou queda de 6% e 9% nos primeiros quatro meses de 2018. Apesar disso, o índice de mortos cresceu 27% em comparação com o mesmo período do ano passado: foram 33 óbitos contra 26. Os episódios letais de atropelamento subiram de 6 para 12 e os de motociclistas de 11 para 13, numa alta de 18%.

Entre as mortes ocorridas na cidade, ainda estão 2 de ciclistas e 6 de condutores ou passageiros de automóveis. As informações atualizadas compõem o Placar do Trânsito, levantamento bimestral divulgado nesta sexta-feira (11) pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). De acordo com os dados apontados, a taxa de mortes nas ruas e avenidas da cidade ficou em 17,72 para cada grupo de 100 mil habitantes. Em todo 2017, o índice foi de 16,20.

Perfil das vítimas - Dentre os episódios fatais, 28 envolveram homens e 5, mulheres. O estudo indica que a faixa etária predominante está entre os 18 e 30 anos, com 15 casos, seguida dos 31 aos 59 anos, com 12. O público acima dos 60 anos registrou 6 mortes, sendo 5 por atropelamento. Quinze pessoas vieram a óbito no local do acidente, 12 nas primeiras 24h após o acontecido e 6 depois desse intervalo.

Foram 29 mortos na área urbana de Londrina, com a PR-445 em primeiro lugar entre as vias mais violentas. O trecho que corta o município entre Cambé e a saída para Curitiba contabilizou 4 casos, enquanto a parte rural da rodovia somou 2. Entre as ruas e avenidas administradas pela CMTU, a Saul Elkind, a Angelina Ricci Vezozzo, a Raposo Tavares e a Rua da Ginástica Olímpica computaram, cada uma, 2 mortes.

Na análise do diretor de Trânsito da CMTU, Pedro Ramos, os números indicam que o motorista londrinense tem deixado de obedecer a legislação viária. “Podemos observar que a imprudência e o desrespeito à sinalização foram os principais causadores de acidentes em boa parte dos casos. Tanto é que as ocorrências diminuíram, mas a gravidade permaneceu”, disse.

O diretor afirmou que, para reverter os índices de violência, a CMTU irá retomar as blitze em parceria com a Polícia Militar (PM). “Vamos intensificar a fiscalização, mas de uma maneira diferente. A intenção é fazer o bloqueio viário para a abordagem dos condutores e, ao mesmo tempo, manter fiscais circulando pelas vias adjacentes”, explicou.

Segundo Ramos, o objetivo é que o patrulhamento no entorno durante as blitze seja capaz de identificar indivíduos em comportamento suspeito ao volante. “No trabalho em conjunto a PM vai ampliar a capacidade de fiscalização. Assim, se localizarmos motoristas em situação duvidosa, poderemos abordá-lo e conduzi-lo ao ponto de bloqueio, a fim de uma checagem mais minuciosa”.

Multas – O Placar do Trânsito revelou também que, entre janeiro e abril, o número de autuações emitidas em Londrina chegou a 52.938. O montante engloba as multas emitidas por agentes da companhia ou da PM, por ação dos radares fixos e móveis e as geradas devido a não identificação de condutor.

Ultrapassar a velocidade máxima permitida para a via em até 20% foi a infração mais cometida na cidade durante o primeiro quadrimestre, com 23.087 registros. Em segundo lugar está avançar o sinal vermelho do semáforo, com 5.966 casos, e exceder o limite de circulação entre 20% e 50%, com 4.336 episódios.

Foto: Arquivo

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